segunda-feira, 22 de setembro de 2008

SONETO DE PRIMAVERA (João Paulo Feliciano Magalhães)


Certas palavras proferidas de outrora,
Alumiadas no sombrio azul de dó
E orvalhadas no sorriso verde em si
Sintetizadas e esplanadas no Agora...

E pragmáticas, buscam o brilho e brio do ré.
O “mal do século” verte o sangue do infante.
O absinto verte o fosco diamante.
Pessoianas?! Só o salgado da maré!!!

Nerudiana?! Astronave em tom de lá!
Machadianas?! Verme em fá! Psiquiatria...
Andradeano?! E o pintado no anzol.

As barcarolas trazem o ventre para cá.
Ceciliana?! Com batuta e maestria.
Na primavera: o novo amor que brilha em sol.

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